<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>O Neuromancista &#187; Gavin Harrison</title>
	<atom:link href="http://omegageek.com.br/oneuromancista/tag/gavin-harrison/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://omegageek.com.br/oneuromancista</link>
	<description>O blog no fim do Universo.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 02:22:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Fear of a Blank Planet</title>
		<link>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/25/fear-of-a-blank-planet/</link>
		<comments>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/25/fear-of-a-blank-planet/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 18:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[álbum]]></category>
		<category><![CDATA[alex lifeson]]></category>
		<category><![CDATA[arielle daniel]]></category>
		<category><![CDATA[colin edwin]]></category>
		<category><![CDATA[Gavin Harrison]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Barbieri]]></category>
		<category><![CDATA[robert fripp]]></category>
		<category><![CDATA[rock progressivo]]></category>
		<category><![CDATA[steven wilson]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://battlenerds.wordpress.com/?p=4182</guid>
		<description><![CDATA[Comente este artigo no Fórum Omega Geek. Fear of a Blank Planet é o nono álbum de estúdio da banda de rock progressivo transmorfa Porcupine Tree, liderada pelo talentosíssimo Steven Wilson (Insurgentes, Blackfield), além de Gavin Harrison (bateria), Colin Edwin (baixo) e Richard Barbieri (teclados/sintetizadores). Dois guitarristas renomadíssimos da cena progressiva também marcaram presença no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><a href="http://omegageek.com.br/forum/showthread.php?p=106650#post106650">Comente este artigo no Fórum Omega Geek.</a></p>
<p><a href="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/cover40.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4187" src="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/cover40.jpg" alt="FoaBP" width="450" height="450" /></a></p>
<p><em>Fear of a Blank Planet</em> é o nono álbum de estúdio da banda de rock progressivo transmorfa Porcupine Tree, liderada pelo talentosíssimo Steven Wilson (<a href="http://battlenerds.wordpress.com/2009/03/18/insurgentes/">Insurgentes</a>, <a href="http://battlenerds.wordpress.com/2009/03/10/blackfield/">Blackfield</a>), além de Gavin Harrison (bateria), Colin Edwin (baixo) e Richard Barbieri (teclados/sintetizadores). Dois guitarristas renomadíssimos da cena progressiva também marcaram presença no projeto: Alex Lifeson e Robert Fripp, respectivamente, das bandas Rush e King Crimson.</p>
<p>Lançado em Abril de 2007, é considerado por muitos o trabalho mais denso, crítico, ambicioso e provocativo da carreira da banda, propondo-se a &#8220;dissecar&#8221; e discutir os efeitos da cultura moderna sobre a juventude de hoje em suas consequências mais evidentes: apatia, alienação, comodismo, passividade, indiferença; que, por sua vez, acarretam a ausência total de rumo, ideologia e significados. Vidas vazias, um planeta vazio.</p>
<p><span id="more-4182"></span></p>
<p><a href="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/nil-rec.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4188" src="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/nil-rec.jpg?w=300" alt="nil-rec" width="300" height="300" /></a></p>
<p>O CD abre com a faixa homônima, um épico de 7min30s que nos introduz o protagonista (sim, o álbum é conceitual): um jovem &#8220;terminalmente&#8221; entediado, constantemente exposto a estímulos visuais (TVs) e sonoros (música), mas nunca reagindo verdadeiramente a nenhum deles; encontra-se cada vez mais &#8220;desconectado&#8221; das pessoas e do mundo, refugiando-se em jogos eletrônicos e anti-depressivos para escapar da monotonia, ao mesmo tempo que questiona o quão &#8220;genuíno&#8221; é a si mesmo, e o quanto é resultado das drogas que toma; em suma, se ele realmente <em>está</em> ali.</p>
<p>Já a faixa seguinte, &#8220;My Ashes&#8221;, mostra o nosso herói (se é que ele pode ser chamado assim) visivelmente amargurado, divagando sobre suas decisões passadas, como, mesmo com todas as desilusões e rejeições, ele &#8220;sempre voltava por mais&#8221;. Aceitou passivamente ser o bode expiatório de todos os problemas dos seus pais, desperdiçando sua juventudade, em busca de um singelo sinal de afeição, um beijo que o &#8220;curaria de sonhar&#8221;, que asseguraria o seu retorno apesar de tudo.</p>
<p>No presente, tornou-se um indivíduo recluso que se abriga no seu próprio mundo, cuja inocência, felicidade e sonhos se tornaram uma única massa cinzenta e homogênea, impossível de ser retornada ao que era antes, a derramar sobre memórias de outrora, em visões nostálgicas que lhe remetem a um passado longínquo de felicidade, perdendo-se nas coisas não vistas, não feitas, não sentidas.</p>
<p>A música a seguir, a mais ambiciosa de todo o álbum, com cerca de dezoito minutos, dividida em três atos ou capítulos, cada um a narrar um período distinto na vida do personagem, é a composição mais longa da banda desde <em>The Sky Moves Sideways</em>, de 15 anos atrás: &#8220;Anesthetize&#8221;.</p>
<p><a href="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/tv.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4189" src="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/tv.jpg?w=300" alt="tv" width="300" height="227" /></a></p>
<p>No primeiro ato, acompanhamos o protagonista num conflito interno entre aquilo que é e o que ele é suposto ser. Realidade versus aparência. Dor genuína versus felicidade fingida. A necessidade de se &#8216;encaixar&#8217; no status quo regindo as suas ações, sobrepujando a gritaria da sua consciência. O refrão engenhosamente remete ao de <em>Fear of a Blank Planet</em> até certo ponto, quando é subitamente cessado pelo próprio personagem mandando a si mesmo se calar, ser feliz, parar de frescura.</p>
<p>No segundo ato, vemos o personagem se conformar com a &#8216;normalidade&#8217; imposta a si ao invés de lutar para mudá-la, tornando-se ainda mais disperso, entediado, apático e cogitando o suicídio, enquanto vagueia perdido por shoppings e supermercados como um zumbi, saciando desejos consumistas irrelevantes, perguntando-se no quê, afinal, o dinheiro pode lhe satisfazer. O instrumental emula o estado de espírito do personagem, soando metálico, frio, indiferente e repetitivo (imagine um cover ruim de Meshuggah).</p>
<p>O terceira e último ato é o mais abstrato dos três, propositadamente ambíguo; possivelmente um flashback nostálgico do garoto relembrando os últimos momentos felizes que passou com a sua amada numa praia até ela lhe dar as costas, sendo &#8220;roubada&#8221; dele, enegrecendo o Sol, ao qual ele esteve até a pouco sorrindo. Também se pode extrair da letra a idéia que ele admira as ondas &#8211; a sua efemeridade, encerrada de maneira serena na costa, num processo que se repete <em>ad infinitum</em>.</p>
<p>&#8220;Sentimental&#8221; retoma o tom sombrio das primeiras músicas, um desabafo que evidencia a insegurança do personagem em encarar o mundo adulto das responsabilidades, preferindo se apegar ao comodismo passageiro da adolescência.Uma criança, taciturna e entendiada, rejeitando o passar dos dias.</p>
<p><span class="youtube">
<object width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P3ihI_5t9Ws&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/P3ihI_5t9Ws&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed>
<param name="wmode" value="transparent" />
</object>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=P3ihI_5t9Ws">www.youtube.com/watch?v=P3ihI_5t9Ws</a></p></p>
<p>Em &#8220;Way Out of Here&#8221;, todos os problemas pessoais e amorosos retratados nas quatro faixas anteriores convergem e explodem, e ele jaz nas trilhas de um trem contemplando o suicídio. Janelas trancadas, cortinas fechadas, pistas disfarçadas, carro descartado. Pronto para fugir e desaparecer.</p>
<p>Essa música foi inspirada no caso real de uma adolescente norte-americana de nome Arielle Daniel, que, em 12 de Novembro de 2005, aos 17 anos, morreu atingida por um trem junto com uma amiga. De notável, há o fato de que ela era uma tremenda fã da banda, e fundadora da página do grupo no MySpace. Ela estava supostamente ouvindo o som deles no seu iPod quando o acidente ocorreu.</p>
<p>A partir de &#8220;Sleep Together&#8221;, o encerramento, é possível deduzir dois fins possíveis à história, dada a ambiguidade, tanto lírica quanto sonora: em um, o nosso herói, mergulhado nos estágios finais da depressão, emerge decidido a mudar, a apagar todos os traços do seu passado, desligando-se do seu futuro, escapando do seu destino. No outro, é o inverso: desiste, sucumbe à tentação de &#8220;dormir para sempre&#8221;, deixando todas os seus traumas para trás, fugindo do risco de, mais uma vez, afogar-se em torpor. Por mais dissonantes que soem, a música dá espaço a ambas interpretações.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/25/fear-of-a-blank-planet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Insurgentes</title>
		<link>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/18/insurgentes/</link>
		<comments>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/18/insurgentes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 18:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Gavin Harrison]]></category>
		<category><![CDATA[insurgentes]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan Rudess]]></category>
		<category><![CDATA[kscope]]></category>
		<category><![CDATA[porcupine tree]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
		<category><![CDATA[steven wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Theo Travis]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Levin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://battlenerds.wordpress.com/?p=4100</guid>
		<description><![CDATA[Comente este artigo no Fórum Omega Geek. Steven Wilson começou a sua prolífica carreira musical aos 14 de idade, com a bandas Altamont, ao lado do amigo Simon Vocking. Num período de dois anos, gravaram uma quantidade absurda de material eletrônico, influenciados principalmente pelo som do Tangerine Dream. A partir de 1989 &#8211; já tendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><a href="http://omegageek.com.br/forum/showthread.php?p=104483#post104483">Comente este artigo no Fórum Omega Geek.</a></p>
<p><a href="http://battlenerds.files.wordpress.com/2008/08/banner_musica.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-721" src="http://battlenerds.files.wordpress.com/2008/08/banner_musica.png" alt="banner_musica" width="448" height="150" /></a></p>
<p><a href="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/cover500.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4103" src="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/cover500.jpg" alt="cover500" width="450" height="450" /></a></p>
<p>Steven Wilson começou a sua prolífica carreira musical aos 14 de idade, com a bandas <em>Altamont</em>, ao lado do amigo Simon Vocking. Num período de dois anos, gravaram uma quantidade absurda de material eletrônico, influenciados principalmente pelo som do <em>Tangerine Dream</em>. A partir de 1989 &#8211; já tendo passado por outras bandas, como <em>Karma</em> &#8211;  ele iniciou o que seria seu projeto musical mais bem-sucedido: o <em>Porcupine Tree</em>. À época da sua criação, a banda nada mais era do que um projeto solo dele, um laboratório para as suas experimentações musicais, sem compromisso algum com coerência ou acessibilidade. Nessa condição, lançou dois LPs &#8211; <em>Tarquin&#8217;s Seaweed Farm</em> e <em>The Nostalgia Factory</em> &#8211; e um EP, <em>The Love, Death &amp; Mussolini EP</em>.</p>
<p>Porcupine Tree se tornou efetivamente uma banda apenas em 1993, com o ingresso, como convidados, de Colin Edwin (baixo), Richard Barbieri (efeitos eletrõnicos), Suzanne J. Barbieri (vocais) e Gavin Harrison (bateria). Desde então, a banda se firmou como um dos mais importantes representantes do rock progressivo britânico, mas isso não impediu Wilson de participar de <em>N</em> outros projetos, como <em>Bass Communion</em>, <a href="http://battlenerds.wordpress.com/2009/03/10/blackfield/">Blackfield</a>, <em>E.M.I</em>, <em>No-Man</em> etc.</p>
<p>Este artigo trata do primeiro projeto solo já lançado sob o seu nome, <strong>Insurgentes</strong>.<span id="more-4100"></span></p>
<p><span class="youtube">
<object width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/krtkPF1OpOU&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/krtkPF1OpOU&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed>
<param name="wmode" value="transparent" />
</object>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=krtkPF1OpOU">www.youtube.com/watch?v=krtkPF1OpOU</a></p></p>
<p>Para a sua gravação, ocorrida ao redor do mundo entre Janeiro e Agosto de 2008, Wilson se cercou de músicos competentes e renomados, tais como <strong>Jordan Rudess</strong> (tecladista do <em>Dream Theater</em>), <strong>Tony Levin</strong> (baixista do <em>King Crimson</em> em álbuns como <em>Discipline</em>), <strong>Theo Travis</strong> (saxofonista/flautista, parceiro a longa data de Steven, tendo colaborado com <em>No-Man</em>, <em>Porcupine Tree</em> e <em>The Tangent</em>), e <strong>Gavin Harrison</strong>, baterista tanto de <em>Porcupine Tree</em> quanto de <em>King Crimson</em>.</p>
<p>Insurgentes é um amálgama de todas as influências criativas e musicais a que Steven Wilson teve contato, abrangendo desde o post-punk ao trip-hop, passando pelo progressivo, drone, ambient e noise, retomando, portanto, as experimentações do começo de sua carreira &#8211; mas, desta vez, de forma bem mais concisa e coerente, graças aos anos de experiência acumulados.</p>
<p>Trabalho eclético, reflexo da sua carreira, que exige do ouvinte uma predisposição incomum para apreciar as músicas, que ora se assemelham com a fúria industrial de Nine Inch Nails, ora com a melancolia sonora do Radiohead, ora com a hipnose osmótica de Massive Attack.</p>
<p><span class="youtube">
<object width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0KD7_uiVHVw&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/0KD7_uiVHVw&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed>
<param name="wmode" value="transparent" />
</object>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0KD7_uiVHVw">www.youtube.com/watch?v=0KD7_uiVHVw</a></p></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/18/insurgentes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Blackfield</title>
		<link>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/10/blackfield/</link>
		<comments>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/10/blackfield/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 18:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[art rock]]></category>
		<category><![CDATA[aviv geffen]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Maitland]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Salomon]]></category>
		<category><![CDATA[Gavin Harrison]]></category>
		<category><![CDATA[israel]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[porcupine tree]]></category>
		<category><![CDATA[Seffy Efrat]]></category>
		<category><![CDATA[steven wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Yirmi Kaplan]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://battlenerds.wordpress.com/?p=4022</guid>
		<description><![CDATA[Discuta este artigo no Fórum Omega Geek. Quando se pensa em música pop, o que vem à mente? Britney Spears. Linkin Park. Backstreet Boys. Etc. O gênero é visto como um mero produto de consumo, música &#8220;fast-food&#8221; que consiste de melódias &#8220;fáceis&#8221; e que visam ao sucesso amplo e imediato, porém efêmero. São artistas passageiros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://omegageek.com.br/forum/showthread.php?t=2659">Discuta este artigo no Fórum Omega Geek.</a></p>
<p><a href="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/blackfieldi1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4026" src="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/blackfieldi1.jpg" alt="blackfield" width="450" height="407" /></a></p>
<p>Quando se pensa em música pop, o que vem à mente? Britney Spears. Linkin Park. Backstreet Boys. Etc. O gênero é visto como um mero produto de consumo, música &#8220;fast-food&#8221; que consiste de melódias &#8220;fáceis&#8221;  e que visam ao sucesso amplo e imediato, porém efêmero. São artistas passageiros, cujo sucesso é fundamentado não na qualidade das suas música, mas no marketing de suas imagens. Fenômenos hoje; piadas velhas amanhã.</p>
<p>Todavia, esse não é sempre o caso, e Blackfield está ai para provar.</p>
<p>Blackfield trata-se de um <em>side project</em> dos veteranos músicos <strong>Steven Wilson</strong> e <strong>Aviv Geffen</strong>. O primeiro é o líder de <em>n</em> bandas diferentes (Porcupine Tree, No-Man, OS.I, Bass Communion), enquanto que o segundo é um controverso pop star israelense. Conheceram-se quando, em 2000, Aviv, fã confesso, convidou Porcupine Tree para tocar em Israel. Os dois logo se amigaram  e decidiram trabalhar juntos, inicialmente tendo apenas um EP em vista, mas ambos concordaram que o material era promissor demais e resolveram lançá-lo como um LP.</p>
<p><a href="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/largep6241823.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4028" src="http://battlenerds.files.wordpress.com/2009/03/largep6241823.jpg?w=300" alt="largep6241823" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O primeiro álbum, batizado tal como o próprio nome do projeto, contou, além deles, com a presença de Seffy Efrat, Daniel Salomon e Yirmi Kaplan (baixo, teclado/piano e bateria, respectivamente), todos os três antigos parceiros musicais de Geffen, e com dois bateristas da história do Porcupine Tree: Chris Maitland e Gavin Harrison (para os fãs da banda de rock progressivo, isso, por si só, justifica a audição do álbum, hein?).</p>
<p>Todavia, não espere ouvir algo mais do que remotamente similar ao som do PT. O som de Blackfield é melancólico, emocional, íntimo. As músicas giram em torno de dor, solidão, amargura, cicatrizes emocionais, perda. São atmosféricas e genuinamente tocantes. E, apesar de tudo isso, inegavelmente pegajosas. Os refrões são intensos e brilhantes, e as melodias vocais &#8211; destaques na maioria dos projetos dos quais Wilson participa &#8211; fazem bonito, expondo com clareza os sentimentos que visa a provocar.</p>
<p>Muitos rotulam o som da banda como sendo <em>art rock</em>, mas, para mim, é meramente um pop muito bem concebido e executado, sem pretensões virtuosísticas, priorizando o poder das melodias em detrimento do quão técnicas/intrincadas elas são.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://omegageek.com.br/oneuromancista/2009/03/10/blackfield/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
