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Aleatoriedades Randômicas Nerdices, internetices, humor e troca de figurinhas. Não valem golpes baixos, ofender, pirataria e conteúdo adulto.

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Antigo 05-05-2009, 21:21   #1
Edu
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Padrão [BNBlog: Humor] O Senhor dos Reais: A Sociedade do Real (Final)

Postado no seu, no meu, no nosso, no do Kabral BLARGHAHAGHRWABSBASODIOODIOSONHOSODIOSONHOSBLAEJAK BNBlog!

Para entender melhor esta parte, talvez você queira (na verdade, é provável que não) ler o primeiro e o segundo capítulo de O Senhor dos Anéis: Uma Festa Muito Esperada e A Sombra do Passado.

Leia as outras partes aqui.


Ah, sim, o Um! Bem, resumindo, digamos que Çauron queria ser passista quando criança e desfilar pela Nazgûls de Vila Matilde, mas, como era muito feio, não o deixaram fazer isso. Então, ele ficou com um complexo social muito grande e falsificou o Um com toda a purpurina da escola de samba, para fali-la e, de quebra, fazer com que aquela Nota governasse todos os outros Reais. Mas seu plano não fora bem planejado, porque os Três Reais dos mendigos não foram afetados pelo seu poder negro, e esses fugiram, porque eram miseráveis e não queriam se juntar ao gangbang... à gangzinha, quis dizer à gangzinha... de Çauron. Assim, a Última Resistência e Esperança que resta vem dos nobres mendigos e dos homens da padaria Gordor, que um dia pertenceu a Manéldur. Esse, então, Fodo, é o Um Real, o qual Çauron, após ter sido quase morto pelo nobre português da padaria (eles não fazem nada direito…), Manéldur, almeja possuir, para que possa voltar à vida por completo. Ele não deve obtê-lo jamais! Pelo contrário: devemos destruí-lo na máquina de xerox de Çauron, onde o Real foi falsificado e só onde pode ser destruído!

Hum… tá. Mas o que eu ganho com isso? – Perguntou Fodo, inocentemente.

O reconhecimento de toda a população Erviana… – disse Lalalf, mas, como Fodo olhou muito feio para ele, acrescentou: – e muito amor, afeto, carinho e um real mendiguético que me foi dado por um antigo companheiro meu. É muito lindo, você vai AR-RA-SAR com ele, mona!

Aham… tudo bem, então. Mas para onde vamos agora que…? – Começou ele, mas um barulho vindo do lado de fora da casa informou que eles estavam sendo ouvidos por mais alguém.

Lalalf, sempre um poço de astúcia, sabedoria e benevolência, mais que depressa abriu a janela, tirou uma AR-15 de dentro do casaco e começou a atirar para o céu, provocando um barulho enorme.

Santa Lindalva do Parará-Lindeua! Me salva, Mestre Fodo! Não deixe que ele abuse de mim também!

Lalalf, pare de atirar! Esse é só o meu criado, Samwilson, homem de confiança. E ele não vai abusar de você, Sam! O negócio de Lalalf é com os elfos…

Lalalf, acolhendo as ordens de Fodo, guardou a arma dentro do casaco e puxou Samwilson para dentro do quarto, fechando a janela logo depois. Sam, no entanto, ainda tinha medo e molhou todo o chão.

Até que ponto você ouviu minha conversa com seu mestre Fodo, seu porquinho gordo de cabelos encaracolados? – Esbravejou Lalalf.

Abençoado seja, Sr. Matusalém! Até os tiros eu escutei, velho senhor, mas depois veio uma mão pra cima de mim e, por um mínimo instante, alimentei esperanças de ganhar algum carinho, mas logo vi que era o senhor, velho senhor, e me deparei com a sua cara de múmia bigoduda, e minhas esperanças cessaram… e eu tive medo.

Oh, querido Sam! É feio espionar! Você não deveria ter feito isso. – Disse Fodo, nervoso. – E Agora? O que vamos fazer com ele, Laly?

Hum… ele parece ser boa pessoa, e meu amigo meio-tarado, meio-mendigo, Melrond, vai apreciar sua visita ao seu vale encantado, Vaifundo. Creio que ele deva ir com você na sua viagem, Fodo, porque pode faltar comida também… – disse Lalalf, maliciosamente.

Oh, eu vou ver mendigos! Que emoção, que emoção! Quando parto? Vamos partir amanhã para que digam que nós fugimos juntinhos mais rápido, Mestre Fodo?

Hum… eu acho que amanhã está bom. O que acha, Lalalf? – perguntou Fodo, e Lalalf balançou positivamente com a cabeça.

Sam, infinitamente feliz, começou a pular por todo o quarto, e juntamente com ele foram Lalalf e Fodo, fazendo a “Dança do Robert Maluco”, que se repetiu muitas vezes durante aquela noite, até que todos se cansaram e foram dormir, apertados na mesma cama, porque a outra havia se quebrado quando Fodo e Sam resolveram demonstrar a Lalalf a Dança do Acasalamento Robert. Tudo muito natural e altamente normal, obviamente, nada que empregado e patrão não façam quando a vontade aperta…


Aqui se encerra o relato da partida do Portador do Real a Morrordor.
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